terça-feira, 30 de junho de 2009

Vídeo sobre a Timidez e a Paquera

Timidez nos Relacionamentos

Lembre-se das palavras mágicas:

Não ter medo de perder alguém que sequer conquistou
Não ter medo de errar (todos nós erramos)
Não ter medo de não agradar a todos (ninguém consegue isso)
Não ter medo de ousar (se não arriscar nada...)
Não ter medo do que outras pessoas dizem a seu respeito
Não ter medo de ter medo

Não ter medo de ser feliz!

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sábado, 20 de junho de 2009

Sexo seguro é bom para ambos - p/adolescentes

Sempre tenham às mãos os preservativos (camisinhas). Você, principalmente, menina-mulher. Afinal, se acontecer uma gravidez indesejada, certamente será alterado o seu destino!

Se ele não quiser usar, não dê!
Sem camisinha, não dá!

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sábado, 13 de junho de 2009

O Sexo e os Antidepressivos - Efeitos


Relacionamos os antidepressivos mais usados e seus efeitos colaterais sobre a sexualidade. Esses inconvenientes podem ser amenizados com o uso de medicação adequada, a qual pode ser prescrita pelo mesmo profissional de medicina que indicou o tratamento com antidepressivos. Consulte seu médico e relate a ele o problema que você possa estar tendo com o uso de algum antidepressivo.

TRICÍCLICOS - Desipramina,Nortriptilina,Amitriptilina e Imipramina
Efeitos: diminuição da libido (desejo), disfunção orgástica (atraso ou ausência de orgasmo), disfunção de ejaculação e disfunção erétil

ISRS - Citalopram, Escitalopram, Fluoxetina,Fluvoxamina,Paroxetina e Sertralina
Efeitos: diminuição da libido (desejo), disfunção orgástica (atraso ou ausência de orgasmo), disfunção de ejaculação e disfunção erétil e diminuição da lubrificação

OUTRAS CATEGORIAS

Bupropiona: aumento do desejo e diminuição de excitação (raro)
Nefazodone e Mirtazapina: sem efeito no desejo e mínima disfunção orgástica
Trazodone: aumento do desejo, disfunção erétil e orgástica, priapismo (raro)
Venlafaxina: diminuição do desejo, disfunção orgástica, disfunção erétil

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sou tímido e não sei conversar, fico mudo


A timidez, bem como toda a ansiedade que essa característica carrega junto a si, é inimiga pública número 1 dos bons relacionamentos, a começar pelo simples bate-papo, até às conversas mais íntimas, onde o tímido se vê na obrigação de manter o diálogo mais fluentemente. Mas, o que acontece, é que muitos ficam mudos depois de determinado tempo, não conseguem expressar mais nenhum tipo de conversação, e aí o diálogo se acaba, e com ele, um provável relacionamento, um namoro, talvez.

Recebo muitos e-mails com essas mesmas dúvidas: porque não consigo manter um diálogo como qualquer pessoa? Porque acabo ficando sozinho, quando estou conseguindo me expressar? Então, vou tentar dar uns ganchos de conversação e postura, para que as pessoas tímidas saibam como proceder na hora de uma conversa íntima, ou mesmo num papo informal.

A primeira coisa que o tímido tem que colocar em sua cabeça é a de que isso acontece com todas as pessoas, portanto não é nenhum bicho de sete cabeças. Se a pessoa já vem com esse conceito formado (de que a sua conversa não agrada a ninguém), dificilmente estará preparado para as mudanças necessárias. Pare de se lastimar, de se achar um coitado, você não é doente e nem incapacitado, apenas precisa treinar mais. Isso mesmo, treinar, reaprender, se conhecer melhor, valorizar-se mais! Nada de ficar se excluindo do convívio social porque já se definiu como uma pessoa-problema, chega disso!!!

Das formas de diálogo

Conversar com um grupo de pessoas do mesmo sexo

Se você for homem, numa conversa informal, basta falar de mulher gostosa, futebol, carros e sexo. Nada rola além disso, só se for uma roda de intelectuais e, se você for um, tudo bem, saiba falar na hora certa! Não fique falando sem parar, tentando provar que você sabe mais que os outros. Escute todos com atenção, na hora que você achar que é conveniente dizer algo que complemente o assunto, então manda ver! De resto, é só ficar antenado nas gostosonas globais - na internet tá lotadinho de postagens a respeito da vida delas, com fotos e depoimentos. Guarde tudo na sua cabeça, você vai dar um show. Assim, como no futebol, fique por dentro de “todos os times”, dê uma geral nos grandes clubes, é infalível.

Se for mulher, há vários temas: profissões interessantes, novelas, celebridades, homens bonitos, filmes (assista pelo menos um por semana, isso vale para eles também), procure os que estão na moda, os mais comentados. Livros, muito bom desenvolver a leitura como um bom hábito, isso dá assunto pacas. Mas não intelectualize os temas, quanto mais gerais forem os assuntos, melhor será seu desempenho. Atualize-se sobre os assuntos do dia a dia, preste bastante atenção nos assuntos que são mais discutidos, aí você vai pesquisá-los na internet, lá tem de tudo. Rola muito papo de sexo também, esteja preparada para contar suas experiências (mesmo que estas sejam poucas, seja inventiva e original), dance conforme a música!

Conversar com uma paquera

Lembre-se da primeira e principal informação: não vá pensando que vai travar e que você não terá assunto para falar. Tem sim! Pergunte coisas a respeito dela ou dele (conforme a situação), mas não aprofunde o tema, deixe na parte superficial do assunto. Nada de perguntar, por exemplo, se ela já transou no banco de trás do carro, fique na generalidade, afinal você está conhecendo a pessoa, ainda! Com essa formatação de conversa, você também abre a perspectiva para que a outra pessoa faça perguntas sobre você e, como você foi superficial, ela não entrará em maiores detalhes.

Deixe a conversa fluir, não se preocupe se ela ou ele falar mais do que você, dê seus pitacos, aqui e ali, comente apenas. Afinal, você não está afim de saber mais sobre ela, dos seus gostos, das suas aventuras? Então, quanto mais você fazê-la falar, mais aprenderá o que deve perguntar e comentar, aí estará estabelecendo um diálogo sem pressões. É preciso, apenas, não ficar preocupado com o tempo das suas falas, o que vale é a atenção que eles podem estar atraindo. Mude de assunto se pressentir que está havendo desinteresse por parte de sua companhia. Mas, jogue as perguntas no ar, ninguém gosta de ficar sem dar respostas, a não ser que não esteja afim de você. Aí, é outra história, para uma outra vez!

Abraços e boa conversa!!!

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Baladas, álcool, acidentes e dependência


Cresce no Brasil o número de lesões corporais causadas pelo abuso no consumo de bebidas alcoólicas, como também o de mulheres, cerca de 4 a 6% da população feminina é dependente, mas não procuram tratamento. O número de acidentes também é muito elevado entre os jovens, que após as baladas, teimam em voltar para casa dirigindo alcoolizados. Abaixo, artigo completo, leia com atenção!

Uso abusivo de álcool é causa de cerca de 30% de lesões corporais no mundo
Cerca de 30% dos casos de lesões corporais registrados no mundo estão associados ao abuso no consumo de bebidas alcoólicas. Essa proporção é ainda maior quando os traumas são causados por acidentes com veículos, advertiu a consultora da Organização Mundial da Saúde (OMS) e diretora do Centro Nacional de Pesquisa sobre Álcool dos Estados Unidos, Cheryl Cherpitel. A OMS fez estudo sobre o impacto do consumo de álcool nos acidentes com trauma, contando com a participação de 11 países, entre eles o Brasil.

O Hospital São Paulo, na capital paulista, foi o único participante brasileiro no programa, que treinou os profissionais responsáveis pela pesquisa no pronto-socorro da instituição. A Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp) pesquisou, por três meses, 518 pessoas atendidas nesse serviço de urgência e avaliou a dimensão do problema, concluindo que cerca de 13% dos acidentes com vítimas de trauma físico estão associados ao consumo abusivo de álcool. Entre os traumas sofridos há desde contusões e cortes superficiais até casos graves de politraumatismo.

Para Cherpitel, o uso abusivo de bebidas alcoólicas é um problema de saúde pública que afeta populações de diferentes culturas. Nos chamados países secos, que consomem álcool com menos freqüência, mas em maior quantidade, há uma associação maior entre álcool e acidentes com trauma do que em países como Itália e Espanha, onde a população tem o hábito de beber diariamente durante as refeições, informou a consultora da OMS.

Ainda segundo a especialista, leis de trânsito mais rígidas ajudam a diminuir o número de acidentes, pois se uma pessoa é presa por dirigir alcoolizada pode perder a habilitação, passar um tempo na cadeia e ser obrigada a freqüentar um programa específico de tratamento. “Essa legislação surte resultado”, afirmou, observando que nos Estados Unidos as leis são mais duras para essa questão.

Na pesquisa feita pela Unifesp, 66% das vítimas desses acidentes eram homens e 34% mulheres, com média de escolaridade de 5,6 anos e renda de dois a cinco salários mínimos. Outro fato chamou a atenção dos pesquisadores: 11% das vítimas do sexo feminino estavam alcoolizadas. Esse dado foi considerado significativo, já que 4% a 6% das mulheres são dependentes de álcool no país, embora a maioria delas não procure atendimento especializado, disse a psicóloga Neliana Figlie, uma das coordenadoras da pesquisa da OMS no Brasil.

Consumo no Brasil

Os resultados parciais da pesquisa da OMS apontaram, portanto, que, no Brasil, 13% dos acidentes com traumas estão relacionados ao consumo de álcool. Esse percentual é de 18% na África do Sul e de 23% em Belarus (Bielo-Rússia). No entanto, o percentual de vítimas traumatizadas tem aumentado no Brasil. Dados do Ministério da Saúde revelam que a relação entre acidentes com traumas e uso de álcool era de 12,3% em 2005 e de 11,2% em 2001.
Já informações levantadas pela pasta em 2007 deram conta que 37% dos jovens brasileiros admitem voltar de festas e “baladas” dirigindo após consumir bebidas alcoólicas. Esta pesquisa demonstrou ainda que o consumo de álcool no país está cada vez mais banalizado, seja como rito de passagem do adolescente para a vida adulta, seja a partir do estímulo indireto dos pais e familiares, que usam álcool indiscriminadamente na frente dos filhos.

Para agravar ainda mais o problema, a indústria desse tipo de bebida é uma das mais fortes no mercado nacional, segundo dados do Ministério da Saúde. São empresas que detêm parcelas expressivas de verba publicitária aplicadas na mídia, sem qualquer preocupação em relação ao horário e à faixa etária da programação em que seus anúncios serão veiculados.
Em 2006, o investimento em mídia da indústria de bebidas alcoólicas chegou a R$ 907 milhões, conforme dados do ministério. Apenas a Ambev – maior anunciante do segmento - investiu quase metade desse montante (R$ 451,9 milhões).
- Esses números refletem não apenas uma estratégia agressiva de comunicação, mas também uma necessidade de aumentar o volume de vendas – conclui a pesquisa do Ministério da Saúde.

fonte: www.senado.gov.br/Agencia/

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