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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

OBTER CIDADANIA EM OUTRO PAÍS


Pesquisa Genealógica

O Arquivo Público do Estado de São Paulo lançou um novo projeto voltado para o resgate da história da imigração em território paulista.

O objetivo é disponibilizar na internet os documentos relacionados aos núcleos coloniais, estabelecidos no final do século 19 para incentivar a imigração de europeus para o Brasil.

Com o apoio financeiro do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a iniciativa inclui a higienização, restauração, microfilmagem e divulgação de aproximadamente 40 mil páginas de documentação.

O projeto prevê a criação de uma página na internet sobre a imigração em São Paulo, em que estará disponível um banco de dados com toda a documentação sobre os imigrantes citados no acervo.

A primeira etapa do trabalho será a Presença do imigrante na memória nacional: preservação e divulgação do conjunto documental dos Núcleos Coloniais da Região de Campinas (1886-1922), realizada com o objetivo de estimular estudos sobre a questão da imigração na região e contribuir para o entendimento dos deslocamentos populacionais.

O projeto, com conclusão prevista para outubro de 2009, colocará à disposição do público cadernetas, requerimentos e correspondências dos imigrantes, entre outros documentos. A sistematização do material será iniciada com o conjunto de documentos do Núcleo Colonial da Região de Campinas.

A iniciativa tem o objetivo de auxiliar os interessados em consultar documentos sobre imigração a fim de obter cidadania de outro país ou para pesquisa de genealogia.

Os núcleos coloniais foram estabelecidos em terras do Estado e loteados entre os imigrantes em diversos locais, como Campinas, São Bernardo do Campo, Guaratinguetá, Ibitinga, Iguape, Mogi das Cruzes e Ribeirão Preto.

A principal atividade era a agricultura para a produção de alimentos, que eram vendidos para os mercados locais. Ao contrário de outras regiões do país, os núcleos coloniais paulistas não tinham o objetivo de povoar a região, e sim de obter mão-de-obra complementar às grandes fazendas.
fonte: Agência FAPESP

Mais informações: www.arquivoestado.sp.gov.br

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3 comentários:

Victor S. Gomez disse...

Muito bom para quem tem interesse de começar a vida em outro lugar, eu por enquanto fico por aqui mesmo. Abraços

Priscila Ramos disse...

Poxa, poderia ter o mesmo aqui no RJ... :(

Surfista das Estrelas disse...

Olá Priscila, as iniciativas começam em um determinado lugar, mas deslocam-se rapidamente. Nem sempre começam no eixo Rio-São Paulo.
abraço fraterno